Os Fundos de Private Equity têm aplicações financeiras em empresas não listadas em Bolsas de Valores, de modo a participar ativamente da gestão de tais companhias e contribuir para o seu desenvolvimento. 

Mais tarde, depois que o objetivo é alcançado, é realizado o desinvestimento, mediante a realização de ganhos. Ainda, tais fundos podem se ocupar de empresas familiares em fase de sucessão.

Ou seja, os Fundos de Private Equity funcionam em três etapas: captação inicial de recursos dos investidores por meio da venda de cotas, o investimento em empresas específicas e o posterior desinvestimento. 

Sendo assim, tal modalidade apresenta resultados no longo prazo (tais fundos apresentam duração média entre cinco e dez anos) e pode assegurar retornos superiores aos obtidos no mercado acionário tradicional. Diante disso, os Fundos de Private Equity são de baixa liquidez e destinado aos investidores experientes e com apetite a risco.

Os Fundos de Private Equity podem ser classificados da seguinte forma:

  • Venture Capital (investimento em empresas pequenas para desenvolvimento, em um processo conhecido como “Capital Semente”); 
  • Growth Capital (empresas que precisam de investimento financeiro para expansão); 
  • Buyout (investimento em empresas consolidadas que precisam de capital ou que estejam em transição de controle participativo); 
  • Distressed ou Situações Especiais (investimento em empresas falidas ou com sérios problemas financeiros).

Por fim, os Fundos de Private Equity são bastante restritos a investidores com alto patrimônio, além de ser uma modalidade arriscada e que, consequentemente, pode trazer retornos muito acima da média para seus cotistas.

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