Ações B3 B3SA3

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A B3 (ações B3SA3) é uma das maiores empresas de infraestrutura para o mercado financeiro do mundo e também é dona da CBLC e CETIP. Tem o monopólio em seu segmento, e qualquer nova bolsa no Brasil tem a obrigação de passar por ela, já que é dona da CBLC. Fazendo com que sua chance de manter o monopólio aumente. Ver mais

Conheça B3 ações B3SA3

B3 é uma empresa de capital aberto negociada na bolsa de valores brasileira, suas ações são negociadas através do ticker B3SA3 na B3.

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A história da B3 (ações B3SA3) é a história do próprio mercado de capitais do Brasil. Atualmente, a sede da empresa fica em São Paulo. Dados de 2017 mostravam a bolsa brasileira como a quinta maior do mundo, com patrimônio de 13 bilhões de dólares. Em 2020, estimou-se que a B3 contabilizava mais de 3,2 milhões de CPFs cadastrados.

A jornada da B3 (ações B3SA3) começou em 23 de agosto de 1890, com a fundação da Bolsa Livre por Emílio Rangel Pestana. Já no ano seguinte, as atividades da Bolsa foram encerradas pelo Ministro da Fazenda, Ruy Barbosa, por conta da Crise do Encilhamento.

Tal crise foi uma bolha econômica que estourou no fim da Monarquia e início da República, resultado de um processo rápido de industrialização, junto com a especulação financeira descontrolada e a alta na inflação.

Passada a crise, quatro anos depois, tenta-se novamente instituir o Mercado de Capitais no Brasil a passos lentos. No ano de 1934, a Bolsa se mudou para o Palácio do Café e no ano seguinte recebeu o nome de Bolsa Oficial de Valores de São Paulo.

Desde o início da instituição do Mercado Financeiro no Brasil, a Bolsa do Rio de Janeiro era aquela de maior destaque. Porém, por conta do milagre econômico do Regime Militar brasileiro, criou-se uma bolha especulativa que estouraria no Crash de 1971, a segunda maior do país, atrás apenas da Crise Encilhamento. Com tal queda no Rio, a Bolsa de São Paulo começava a ganhar destaque.

Em 1965 e 1966, estipulou-se as bolsas de valores como instituições civis sem fins lucrativos e autônomas. O iBovespa (Índice da Bolsa de Valores de São Paulo) foi criado em 1967, o qual operava de maneira separada das demais bolsas dos outros estados brasileiros. Todas essas bolsas eram independentes e funcionavam junto às Secretarias da Fazenda de cada estado.

As pessoas que atuavam como corretoras de fundos públicos foram lentamente substituídas pelas corretoras de valores. O modelo de negociação também foi modificado, de modo a introduzir o pregão em tempo real com viva-voz. Em 1970, acontece o início dos registros eletrônicos.

No ano de 1999, os pregões ao vivo foram alterados com a criação do home-broker e do after-market. As operações eletrônicas na Bolsa estavam em desenvolvimento desde o início da década, mas foi somente no final dela, com a implementação do MegaBolsa, sistema que levou a bolsa brasileira ao formato online, que esse avanço tecnológico foi possível. O pregão viva-voz continuaria até 2005. O MegaBolsa durou até 2015, quando o novo sistema, o PUMA Trading System, aquele que é conhecido hoje, foi implementado.

No ano de 1986, acontece a criação da BM&F (Bolsa de Mercadorias e Futuros), uma sociedade entre bancos, corretoras e empresas. Na BM&F, as ações não eram negociadas, e sim contratos de mercadorias (commodities) e derivativos. Era possível operar, principalmente, taxas de câmbio, taxa de juros, café, açúcar, soja, gado, milho e ouro.

Em 1984, criou-se a CETIP (Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos), sem fins lucrativos, órgão que oferecia soluções eletrônicas e serviços do Mercado, como a operação de títulos públicos e privados. Contudo, a CETIP só começaria a operar dois anos mais tarde, em 1986, através do registro, custódia e liquidação de produtos de renda fixa, especialmente aqueles que representavam dívidas do Tesouro Nacional.

No ano 2000, todas as grandes bolsas do país foram unificadas, em um importante movimento que mudaria o Mercado de Capitais como o conhecemos hoje.

Em 2008, a BM&F e o Bovespa iriam se fundir em apenas uma organização. A CETIP chegou a abrir capital na Bolsa de Valores em 2009, e, em 2017, foi anunciada a fusão entre a CETIP e a BM&FBovespa. A operação foi regulamentada pelo Banco Central, Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). Finalmente, com a união dessas três importantes organizações, surge a B3.

O que a B3 faz

A principal função da B3 é regulamentar o Mercado Financeiro no Brasil, seja no registro, liquidação e custódia de produtos de renda fixa ou variável. É função da B3 (ações B3SA3) oferecer suporte em todas as negociações de compra e venda de produtos do Mercado Financeiro.

O modelo de negócio da B3 (ações B3SA3) é único e exclusivo no Brasil, ou seja, a empresa atua no mercado sem concorrência. A empresa investe em tecnologia de ponta para suportar todas as operações dos investidores nacionais e estrangeiros, de modo a oferecer produtos inovadores e dinamizar o mercado nacional.

Os produtos negociados na B3 são as ações, títulos de renda fixa, moedas à vista, contratos futuros e títulos do Governo, apenas para citar alguns exemplos. Sendo assim, a B3 engloba tanto a renda fixa quanto a variável. A B3 consegue lucrar com todas e qualquer operação feita no mercado e gerar receita.

A B3 (ações B3SA3) está exposta a muitos fatores que podem influenciar a sua atuação, como a taxa de juros (SELIC), o momento econômico atual, burburinhos políticos, taxa cambial e a disposição de investidores internos e externos em tomar riscos. Todos esses elementos conferem um dinamismo único em qualquer mercado financeiro, o que configura a famosa volatilidade da Bolsa.

Para oferecer garantias de uma experiência segura aos investidores, a B3 conta com Data Centers físicos para armazenar a gigantesca quantidade de dados de operações feitas na Bolsa. Desse modo, os clientes da B3 são protegidos, pois, nada é mais importante no mundo de hoje do que a segurança de dados.

Ainda, o Banco B3 é outra instituição importante. Responsável pela custódia de fundos de investimentos e monitorar os investidores estrangeiros. Além disso, o registro dos BDRs (Brazilian Depository Receipts), ações de empresas estrangeiras que são negociadas no Brasil, fica a cargo do Banco B3.

A B3 (ações B3SA3) é uma das empresas brasileiras mais dinâmicas. Com modelo único de atuação, a companhia pode atuar livremente no Mercado. Há ainda muito potencial para crescimento, pois o número de investidores internos cresce exponencialmente ano após ano e bateu recorde em 2020. Cada vez mais, os brasileiros estão mais dispostos a tomar riscos em busca de um retorno maior e esse cenário pode beneficiar a B3 e a economia brasileira, em geral.

Quando B3SA3 paga dividendos?

Você pode consultar a agenda dos próximos pagamentos de dividendos e o histórico de dividendos na aba "dividendos" aqui da página da empresa.

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