Ações Engie EGIE3

Engie Brasil Energia SA

A Engie (ações EGIE3) é uma das maiores geradoras privadas de energia do Brasil. Sua capacidade instalada própria passa de 7.868,1 MW, composta por mais de 30 plantas operadas por ela, das quais são hidrelétricas, termelétricas, biomassa, eólicas e solares. Ver mais

Conheça Engie ações EGIE3

A Engie é uma companhia de capital aberto com ações listadas na bolsa de valores brasileira, elas são negociadas sob o ticker EGIE3 na B3.

Indicadores EGIE3

  • CotaçãoR$ 42,80

  • P/L19,91

  • LPA2,15

  • P/VPA4,41

  • VPA9,71

  • DY5,83%

A Engie Brasil atua, no território nacional, como a maior geradora de energia elétrica do setor privado brasileiro. A companhia possui foco em gerar energia elétrica de forma sustentável, de modo em que mais de 90% da energia gerada pela Engie é gerada a partir de fontes renováveis de energia como, por exemplo, os modais eólico, solar, hidrelétrica e solar. O único modal não renovável utilizado pela geradora é o uso de usinas termoelétricas.

Adicionalmente, a Engie (ações EGIE3) atua no transporte de gás natural e, recentemente, adentrou no setor de transmissão de energia. Sendo assim, a companhia é, nos dias de hoje, inserida em mais de uma etapa (geração e transmissão) dentre as etapas abrangidas pelo setor elétrico.

História da Engie

A trajetória da Engie (ações EGIE3) como geradora de energia no Brasil teve início no ano de 1994, ano no qual o Banco Nacional, instituição financeira privada, fundou a Nacional Energética. Desde sua origem, a Engie, sobre diferentes nomenclaturas, mostrou-se inovadora com uma estratégia de crescimento na geração de energia elétrica visando a sustentabilidade.

Desde que foi fundada, em 1994, a companhia realizou aquisições de usinas de geração de energia de múltiplos modais e, em certos momentos, de outras companhias, com o objetivo de expandir a atuação da Engie e abranger diferentes setores da economia com, predominantemente, o oferecimento de serviços ligados à geração de energia elétrica. Além disso, a companhia venceu diversos leilões de concessões desde sua fundação, para exploração de ativos não pertencentes à empresa. Em virtude de sua estratégia de expansão, a Engie (ações EGIE3) consolidou uma base de 61 usinas geradoras de energia, incluindo todos os modais de geração adotados pela empresa.

No ano de 1995, a empresa denominada, até então, Nacional Energética e a Furnas consolidaram a primeira parceria público-privada em prol de concluir a obra de uma usina hidrelétrica. Em sequência, o ano de 1998 foi marcado pelo investimento de US$801,5 em território nacional, por parte da Engie, sem a utilização de recursos do BNDES.

Ao adentrar na década de 2000, a companhia celebrou o primeiro contrato de venda direta de eletricidade para um consumidor livre. Ao passo em que, no ano de 2002, a Engie (EGIE3), sobre outra denominação até o momento, realizou o primeiro leilão de energia elétrica no Brasil. Consequentemente ao processo de crescimento da empresa, em 2004 a mesma consolidou sua participação no mercado livre de energia elétrica.

No ano de 2008, a Engie, neste momento denominada Suez, fundiu-se à Gas de France, originando a GDF Suez. De tal forma, a Engie ampliou sua participação no mercado de gás, simultaneamente ao seu progresso na geração de energia elétrica. Além disso, em 2010, a Engie foi responsável pelo desenvolvimento do Sistema Maestro, utilizado para a coordenação de áreas urbanas ou privadas, tal sistema foi utilizado no controle de tráfego de veículos na Ponte Rio-Niterói, assim como para o controle de semáforos inteligentes e para o monitoramento da BR-163. Entretanto, dado que a empresa possui ênfase de geração de eletricidade, o Sistema Maestro também foi utilizado para operacionalizar, de forma remota, usinas de geração de energia. Já no ano de 2014, a Engie (EGIE3) iniciou as operações de sua primeira usina de geração fotovoltaica (solar) no Brasil. Em seguida, no ano de 2016, a empresa, finalmente, adotou o uso da marca Engie em todo o mundo, nas localidades onde está presente. Enquanto que, em 2017, a Engie adentrou tanto na transmissão de energia quanto no segmento de varejo de energia e, em 2018, expandiu suas operações para o setor de iluminação pública.

Adicionalmente, em 2019 a Engie adentrou no transporte de gás natural através da aquisição da Transportadora Associada de Gás (TAG). Além disso, no mesmo ano, a empresa realizou a aquisição de um projeto de transmissão de energia elétrica, em prol de expandir sua capacidade no setor de transmissão.

A Engie nos dias de hoje

Hoje, a Engie possui uma ampla atuação na geração de energia no Brasil, sendo a maior geradora privada presente no país. Com sua base de 61 usinas, a Engie gera, aproximadamente, 6% da capacidade de geração atual do Brasil.

Como previamente mencionado, a Engie atua na geração de energia a partir de um modelo de negócios ambientalmente sustentável, em prol da baixa emissão de gases de efeito estufa. A partir disso, a energia gerada pela Engie (EGIE3) é, predominantemente, gerada pelo modal hidroelétrico. Entretanto, sua capacidade de geração elétrica é complementada pelos modais eólico, solar, biomassa, PCH e termoelétrico, que representam uma menor parcela da energia gerada pela companhia. Adicionalmente, a companhia está inserida no setor de transmissão elétrica e possui projetos em implementação com o objetivo de ampliar sua capacidade de geração e de transmissão.

Além disso, a Engie encontra-se presente no setor de transporte de gás natural. Em virtude da aquisição da TAG, a Engie tornou-se controladora da maior malha de transporte de gás natural no Brasil. Sendo assim, a empresa controla mais de 4000 quilômetros de malhas de gás natural, que atravessam 10 estados e mais de 100 municípios com sua infraestrutura. Cabe lembrar que a Engie também atua, em menor escala, com sistemas de telecomunicação, mobilidade urbana, segurança, entre outros.

Vale destacar que a receita da companhia é, em grande parte, composta pela venda de eletricidade para distribuidoras e clientes livres.

Engie na Bolsa de Valores

O IPO das ações da Engie ocorreu em 1998 e suas ações podem ser negociadas através das ações EGIE3, que são ações ordinárias.

Itens importantes de analisar para as ações da Engie é o free float e o tag along.

O free float é o percentual de ações da Engie que está em livre circulação no mercado, então quanto maior esse número for, melhor, pois quanto mais ações disponíveis para negociação, aumenta o interesse de mais investidores, impactando a liquidez da empresa, e atualmente, 31,28% das ações EGIE3 de Engie estão em livre circulação no mercado.

Já o tag along representa o direito, em caso de venda das ações do sócio controlador, de vender suas ações junto, podendo receber os mesmos valores que o acionista majoritário em caso de tag along de 100%. No caso de EGIE3, o tag along é de 100%.

Em termos de governança corporativa, as ações EGIE3 estão listadas no segmento Novo Mercado da B3, que representa o mais alto nível de governança corporativa. Como resultado, Engie possui uma série de práticas que devem ser seguidas para o aumento de transparência e coerência de informações e a proteção de seus acionistas, incluindo minoritários, sinalizando assim.

Como declarar ações EGIE3?

Para declarar as suas ações da Engie no Imposto de Renda (IRPF), siga os seguintes passos:

  • Você deve entrar no item "Bens e Direitos" e selecionar o código "03 - Participações Societárias";
  • Depois, selecione o código "01 - Ações (inclusive as listadas em bolsa)";
  • Depois, em localização, escolha o país do seu investimento, no caso de ações, escolha "105 - Brasil";
  • No campo do CNPJ, digite "02.474.103/0001-19";
  • Depois, em discriminação, coloque o código da ação e a quantidade de ações, por exemplo "EGIE3 - QUANTIDADE: 1000";
  • No final, coloque o valor total investido no campo "Situação em 31/12".

As ações da Engie pagam dividendos?

Você pode consultar a agenda dos próximos pagamentos de dividendos e o histórico de dividendos da Engie na aba "dividendos" aqui na página da empresa.