Stocks General Motors GM

A General Motors Company (ações GM) é uma corporação americana com sede em Detroit que foi considerada uma das maiores fabricantes de veículos entre o século XX e início do século XXI. Ver mais

Conheça General Motors ações GM

IRS

PÁGINA NA NASDAQVer site ⇨

FUNDADO

IPO

PÁGINA DE RIVer site ⇨

A General Motors Company (ações GM) é uma corporação americana com sede em Detroit que foi considerada uma das maiores fabricantes de veículos entre o século XX e início do século XXI.

A GM possui fábricas de manufatura e montagem, além de centros de distribuição, em várias localidades pelos Estados Unidos, Canadá e outros países. Na China, sua atuação acontece através de cerca de 10 joint ventures.

Seus principais produtos consistem em automóveis e caminhões, componentes automotivos e motores, além de oferecer também alguns tipos de serviços financeiros. No auge de sua história, a GM alcançou 50% de market share nos Estados Unidos e foi a maior fabricante de automóveis no mundo durante os anos de 1931 a 2007.

Em 2020, a companhia ocupava o 18º lugar no ranking Fortune 500, que mede as maiores empresas americanas tendo o volume de receita como parâmetro.

As quatro principais marcas da General Motors (ações GM) são:

  • Chevrolet;
  • Buick;
  • GMC;
  • Cadillac.

Entretanto, possui participações em outras marcas estrangeiras, como a Wuling, Baojun e Jiefang. Para se ter ideia, em 2016 a companhia alcançou um volume de vendas de 10 milhões de veículos.

Atualmente, a GM faz negócios com cerca de 140 países, empregando mais de 200.000 colaboradores ao redor do mundo. Seus principais segmentos de negócios são a GM North America, GM International Operations, Cruise e GM Financial. Adicionalmente, também opera a divisão chamada Maven, que trabalha com serviços de compartilhamento de carros nos Estados Unidos.

A GM Defense é uma divisão dedicada aos serviços de defesa militar de várias forças armadas mundiais, fornecendo tecnologia avançada e sistemas de propulsão para veículos dessa categoria.

História da GM

Sob o comando de William Durant, a General Motors (ações GM) foi fundada em 1908 com o objetivo de consolidar várias indústrias automotivas que produziram modelos como Buick, Oldsmobile, Cadillac, Oakland (posteriormente Pontiac), Ewing, Marquette e outros veículos, bem como os caminhões Reliance e Rapid.

A GM foi pioneira na introdução da partida automática elétrica comercialmente em seu Cadillac 1912, e essa invenção logo tornou a manivela obsoleta. A companhia permaneceu sediada em Detroit e foi reincorporada e denominada General Motors Corporation em 1916.

A empresa automotiva Chevrolet e a Delco Products juntaram-se à GM em 1918, e a Fisher Body Company e a Frigidaire juntaram-se em 1919 (a última foi vendida em 1979).

O sucessor de Durant no cargo de presidente, Alfred Sloan, reorganizou as operações da companhia, que passou de uma ampla e descoordenada coleção de negócios para um único empreendimento consistindo em 5 principais divisões automotivas, sendo Cadillac, Buick, Pontiac, Oldsmobile e Chevrolet.

Esse novo modelo de negócios foi coordenado por uma equipe central corporativa, permitindo as várias divisões alcançarem um importante nível de autonomia dentro de uma estrutura de políticas centrais.

Esse modelo de gestão foi muito aplicado em outras grandes corporações americanas. Também por meio de Sloan, foram instituídas inovações em termos de medidas de financiamento ao consumidor.

A partir de 1929, a GM assumiu a liderança do mercado de automóveis nos Estados Unidos e pouco depois, no mundo todo. Expandindo suas operações em localidades em outros continentes, dominou por muito tempo o market share desse mercado. As estratégias da companhia também passavam por aquisições e participações em empresas, ampliando seu mercado atual e buscando novos horizontes.

Após anos de uma liderança confortável, em termos, a partir da década de 70 o mercado automobilístico mundial se viu diante de um crescimento impressionante das fabricantes japonesas, ameaçando a liderança da GM. A década de 90 também não foi fácil para a corporação, que em meio a crises econômicas pontuais se viu diante da necessidade de fechar algumas de suas fábricas e reduzir sua força de trabalho. Entretanto, assim como outras montadoras, estabeleceu um plano robusto de recuperação que a fez voltar a figurar no quadro das líderes de mercado.

No ano de 2008, o Presidente George W. Bush anunciou um plano de resgate financeiro emergencial para ajudar as três maiores montadoras americanas - Chrysler LLC, General Motors e Ford – a fim de evitar o colapso da indústria automobilística do país.

O plano disponibilizou imediatamente US $13,4 bilhões em empréstimos do governo do Troubled Assets Relief Program (TARP), um fundo de US $700 bilhões aprovado pelo Congresso para ajudar o setor financeiro após a grave crise financeira mundial. À medida que seus problemas financeiros aumentavam - a empresa alegava ter cerca de US $173 bilhões em dívidas – e, em junho de 2009, a GM entrou com um pedido de proteção contra falência. Entretanto, saiu da recuperação judicial no mês seguinte.

Em 2010, a empresa encerrou oficialmente as marcas Pontiac e Saturn e vendeu a Saab. O downsizing deixou a GM com quatro divisões de veículos: Buick, Cadillac, Chevrolet e GMC. Em novembro de 2010, a GM voltou ao mercado de ações com um dos maiores IPOs da história dos EUA. No ano seguinte, a GM recuperou o título de maior montadora do mundo.

No entanto, a forte recuperação da GM enfrentou um revés em 2014, quando foi revelado que por cerca de uma década a empresa havia encoberto o fato de que vários modelos de carro tinham interruptores de ignição com defeito; acreditava-se que a peça defeituosa havia causado mais de 120 mortes.

A forma como a empresa lidou com o escândalo - que foi supervisionado por Mary Barra, a primeira mulher a ocupar um cargo de CEO na companhia - foi amplamente elogiada, e a GM registrou lucros sólidos, com vendas recordes entre 2014 e 2016. No entanto, sua divisão europeia continuou a lutar e em 2017 a GM vendeu Opel e Vauxhall para o Grupo PSA, o fabricante francês de automóveis Peugeot e Citroën. A mudança, que foi avaliada em mais de US $2 bilhões, foi vista como, na prática, um ponto final nas operações europeias da GM.

Se a sua dúvida é sobre algum ativo, pesquise-o na caixa de busca e verifique se a sua dúvida já foi respondida por algum membro da comunidade.