
A Prio (PRIO3) teve lucro líquido de US$ 516,6 milhões no terceiro trimestre de 2026, uma alta de 707% em relação ao mesmo período do ano anterior.
O resultado foi puxado pelo aumento da produção e dos preços do petróleo.
A receita líquida chegou a US$ 1,37 bilhão, 146% acima do terceiro trimestre de 2025.
O Ebitda ajustado atingiu US$ 1,09 bilhão, alta de 235% na comparação anual.
A empresa destacou que o desempenho reflete a entrada em operação dos poços do projeto Wahoo, além da recuperação de 34% no Brent.
A produção média subiu para 191,6 mil barris por dia, um recorde e aumento de 117% em relação ao ano anterior.
Esse crescimento foi reforçado pela operação dos poços de Wahoo, um novo poço em Frade e manutenção da produção em Peregrino acima de 80 mil barris por dia.
O custo de extração (lifting cost) caiu para US$ 7,9 por barril, 55% abaixo do valor de um ano antes.
A companhia explicou que a redução dos custos veio da melhora operacional em Peregrino, como a conclusão do reparo do gasoduto, e também da diluição dos custos com a produção de Wahoo.
No fim de setembro, a relação entre dívida líquida e Ebitda ficou em 1,1 vez.
Na prática, quem acompanha PRIO3 viu:
- lucro mais forte, com impacto direto do petróleo valorizado;
- produção recorde com novos poços;
- queda expressiva no custo de extração no trimestre.
SOBRE PRIO (PRIO3)
A Prio atua em petróleo e gás. A empresa produz e vende petróleo, com foco em reativar campos maduros no Brasil.
Entenda: Lifting cost
O lifting cost mostra o quanto uma empresa gasta para extrair cada barril de petróleo. Quanto menor esse valor, maior a eficiência da operação.
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