
A Prio (PRIO3) divulgou nesta sexta-feira (2) seu resultado do segundo trimestre de 2026, registrando lucro líquido de US$ 413,3 milhões.
O valor representa uma alta de 169% em relação ao mesmo período do ano passado, puxada pelo aumento da produção e pelo corte de custos operacionais.
O Ebitda atingiu um recorde de US$ 847,1 milhões, avanço de 239% em base anual.
A receita líquida da companhia chegou a US$ 1,2 bilhão, crescimento de 160% na comparação com o segundo trimestre de 2025.
O custo de extração (lifting cost) caiu para US$ 8,9 por barril, queda de 5% ante o trimestre anterior e de 36% em doze meses.
No segundo trimestre de 2025, esse custo era de US$ 13,8 por barril.
Segundo a empresa, a redução dos custos reflete o ganho de eficiência em Peregrino após assumir as operações em novembro de 2025 e a entrada em funcionamento dos quatro poços no projeto de Wahoo, entregues em junho.
A Prio afirmou que o desenvolvimento de Wahoo foi o principal marco do trimestre, além do avanço em projetos de gás e perfuração em Peregrino.
No campo de Wahoo, a produção saltou de 20 mil para 40 mil barris por dia entre o início do trimestre e o final de junho, conforme os poços foram conectados à plataforma FPSO de Frade.
O projeto de Wahoo foi executado totalmente pela própria companhia, segundo a Prio.
Na prática, quem acompanha PRIO3 viu:
- Lucro acelerar com produção dobrando em Wahoo;
- Ebitda registrar o maior valor já reportado;
- Custo por barril menor, aumentando a eficiência da operação.
SOBRE PRIO (PRIO3)
A Prio atua no setor de petróleo e gás, com foco na produção em campos offshore. A companhia investe em otimização de operações para ampliar a eficiência.
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