
A Energisa (ENGI11) registrou lucro líquido recorrente consolidado de R$ 207 milhões no primeiro trimestre de 2026.
O valor representa uma queda de 46,9% em relação ao mesmo período de 2025.
O resultado foi pressionado pela despesa financeira líquida, que subiu para R$ 1,03 bilhão, avanço de 67,8% na comparação anual.
Por outro lado, o Ebitda ajustado recorrente aumentou 6,6% e fechou o trimestre em R$ 1,981 bilhão.
Já o Ebitda ajustado pelo critério de covenants ficou em R$ 2,534 bilhões, uma leve recuo de 0,9%.
A receita líquida ajustada somou R$ 7,35 bilhões, alta de 7,6% no ano.
A dívida líquida ajustada atingiu R$ 33,26 bilhões no fim de março, contra R$ 32,83 bilhões ao fim de 2025.
A alavancagem, medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda ajustado covenants em 12 meses, ficou em 3,5 vezes, uma ligeira queda frente ao trimestre anterior.
Os investimentos totais cresceram 17%, chegando a R$ 1,55 bilhão nos três primeiros meses do ano.
Segundo a empresa, o crescimento da receita e o volume maior de investimentos foram destaques do período.
Na prática, quem acompanha ENGI11 vê mais receita e investimentos, mas a despesa financeira maior reduziu o lucro. A alavancagem permaneceu estável e o Ebitda só aumentou em alguns critérios.
SOBRE ENERGISA (ENGI11)
A Energisa atua no setor de energia elétrica e atende diversas regiões do Brasil. A empresa produz, distribui e comercializa energia, com foco em redes de distribuição e geração.
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