
A Cury (CURY3) divulgou sua prévia operacional do primeiro trimestre de 2026 nesta quinta-feira (4).
A companhia mostrou aumento nas vendas líquidas, produção e geração de caixa, mantendo a estratégia de atuar com imóveis de menor valor.
As vendas líquidas da Cury chegaram a R$ 2,304 bilhões, alta de 9,5% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Em 12 meses, as vendas somaram R$ 7,949 bilhões, aumento de 18,4%.
Do total de vendas, 86,5% foram de unidades até R$ 500 mil. O preço médio dos imóveis foi de R$ 325,4 mil, crescimento de 4,9% em um ano.
A produção aumentou para 4.633 unidades, avanço de 37,8% na comparação anual. No acumulado de 12 meses, foram 18.060 unidades, alta de 25%.
Foram lançados 10 novos empreendimentos, com Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 2,646 bilhões, queda de 4,9% em relação ao ano anterior.
O VGV repassado somou R$ 1,339 bilhão, alta de 19,3%, envolvendo 4.364 unidades, um aumento de 15,4%.
O estoque da empresa atingiu R$ 2,805 bilhões ao fim de março.
O landbank, que representa o potencial de lançamentos futuros, alcançou R$ 24,9 bilhões em VGV, alta de 25,8%, equivalente a 82.119 unidades.
A geração de caixa operacional foi positiva em R$ 93,4 milhões no trimestre, aumento de 263,4%. Em 12 meses, somou R$ 750,9 milhões, avanço de 58%.
Segundo a Cury, o foco segue em imóveis de menor valor, o que ajudou no aumento dos repasses e na geração de caixa.
Na prática, quem acompanha CURY3 viu crescimento tanto nas vendas quanto na produção. O preço médio dos imóveis ficou mais alto, enquanto os lançamentos caíram. O caixa também cresceu no período.
SOBRE CURY (CURY3)
A Cury atua no setor de construção civil e produz imóveis residenciais. A empresa tem foco em unidades de menor valor e atende diferentes públicos.
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