
A Viver (VIVR3) informou prejuízo líquido de R$ 5,6 milhões no primeiro trimestre de 2026, piora em relação ao prejuízo de R$ 5 milhões registrado no mesmo período de 2025.
A companhia divulgou os dados nesta segunda-feira (8).
No balanço, a empresa destacou que seguiu focada na entrega do empreendimento Station Vila Madalena, em São Paulo, e em medidas de reestruturação para preparar a retomada das operações.
O Ebitda ficou negativo em R$ 3,4 milhões, valor próximo ao visto um ano antes. No entanto, a margem Ebitda caiu de -45,9% para -89,7%.
A receita líquida do trimestre foi de R$ 3,8 milhões, recuo importante frente aos R$ 10,2 milhões de igual período do ano passado.
As vendas contratadas atingiram R$ 4,1 milhões, queda de 57,4% na comparação anual. Por outro lado, o preço médio das unidades vendidas subiu 4,2%, alcançando R$ 457,65 mil.
O endividamento total da Viver ao fim do trimestre era de R$ 21 milhões. Esse valor está bem abaixo dos R$ 113,4 milhões que a empresa tinha em dívidas no fim de 2025.
Na prática, o resultado mostra que VIVR3 segue enfrentando desafios com receita em queda, vendas em baixa e prejuízo recorrente. O ponto positivo do trimestre foi a forte redução da dívida.
SOBRE VIVER (VIVR3)
A Viver atua em construção civil e incorporação imobiliária. A empresa comercializa imóveis residenciais em diferentes regiões do Brasil.
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