
A Aegea manifestou interesse em adquirir a Copasa (CSMG3), mas o presidente da companhia, Radamés Casseb, afirmou que a participação no leilão depende da modelagem e das regras que serão estabelecidas para o certame. Ele comentou isso durante um evento do BNDES nesta segunda-feira.
O processo de privatização da Copasa foi autorizado pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais no final de 2025. O governo do estado é o acionista majoritário da empresa, com 50,03% das ações.
A Copasa tem uma avaliação de mercado de aproximadamente R$ 20,5 bilhões na B3. O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, mencionou em entrevista que a privatização poderia gerar uma arrecadação de pelo menos R$ 10 bilhões para o estado.
Casseb destacou que as condições econômicas atuais, como a taxa Selic elevada, ainda são um fator a ser considerado antes de decidir sobre a aquisição. Ele afirmou: "É um ano difícil, a Selic ainda está a 15%... vamos esperar as condições para definir a participação da Aegea".
Além disso, o presidente-executivo da Sabesp, Carlos Piani, também afirmou que a companhia está avaliando a possibilidade de expandir sua atuação para fora de São Paulo, o que inclui o interesse na privatização da Copasa. No entanto, isso também está condicionado às regras e ao preço do leilão.
SOBRE CoPASA (CSMG3)
A Copasa é uma empresa de saneamento, responsável pela distribuição de água e tratamento de esgoto em Minas Gerais, e tem a maior parte de suas ações sob controle do governo do estado.
O que é privatização?
A privatização é o processo pelo qual o governo transfere a propriedade de empresas estatais para a iniciativa privada. O objetivo é aumentar a eficiência e reduzir a intervenção do Estado na economia.
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