Ações Enauta ENAT3

Enauta Participacoes SA

A Enauta Participações S.A. (ações: ENAT3) é uma empresa do ramo petrolífero e gás natural, a qual era amplamente conhecida como QGEP Participações S.A., mas que sofreu uma alteração de nome em 2019. A empresa é controladora da Enauta Energia, a Queiroz Galvão Exploração e Produção S.A. como era conhecida antigamente. Ver mais

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SEGMENTO Exploração, Refino e Distribuição

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A Enauta Participações S.A. (ações ENAT3) é uma empresa do ramo petrolífero e gás natural, a qual era amplamente conhecida como QGEP Participações S.A., mas que sofreu uma alteração de nome em 2019. A empresa é controladora da Enauta Energia, a Queiroz Galvão Exploração e Produção S.A. como era conhecida antigamente.

A Enauta iniciou suas atividades em 1998, quando iniciou a construção de seu portfólio de produção e exploração. Dois anos mais tarde, em 2000, o Campo de Manati é descoberto, no litoral da Bahia, mas, somente sete anos depois, a produção de gás iria se iniciar na localidade, em 2007.

Tal data é de extrema importância para o empreendimento, pois, até os dias atuais, a empresa conta com as reservas de gás e petróleo do local. Inclusive, tal fato é uma preocupação dos investidores, pois alguns se preocupam com o desgaste da área, o que poderia prejudicar a empresa em questões operacionais.

Em 2011, a Enauta realizou a abertura de capital na B3 - Bolsa de Valores brasileira, com IPO de R$ 1,5 bilhões. No mesmo ano, a Enauta entra no acordo do Pré-sal, na Bacia de Santos.

A descoberta do grande Campo de Carcará, em 2012, marcou outro grande evento na história da empresa. No mesmo ano, inicia-se o Projeto JAPI, o qual iria monitorar os ecossistemas em todo o litoral do sul da Bahia.

Em outro movimento de expansão, a companhia adquiriu 100% de participação em dois blocos na bacia Sergipe-Alagoas em 2015, o que marcou mais um investimento de grande porte da empresa.

Em 2016, a Enauta inicia o Projeto Costa Norte, um estudo que busca desenvolver metodologias para entender os processos costeiros e a sensibilidade ambiental nas áreas de manguezais, uma das maiores aplicações de capital em desenvolvimento realizados pela empresa.

Todos esses projetos mostram o quanto a Enauta preocupa-se com a questão ambiental e sustentabilidade. Tal fato é de importante relevância, pois é extremamente necessário que empresas do ramo petrolífero e exploração de recursos naturais se empenhem ao máximo para prevenir ou, pelo menos, minimizar o impacto causado no ecossistema.

Em 2018, o Campo de Atlanta, no litoral do Rio de Janeiro, começa a ser explorado. Com isso, a Enauta se tornou a primeira empresa da iniciativa privada a operar fora dos limites do Pré-sal da Bacia de Santos. Em dois anos de atividades na localidade, a Enauta iria registrar a marca de 10 milhões de barris produzidos, em 2020.

O que a Enauta faz

A Enauta se desenvolve ao redor do segmento de energia resultante da exploração e produção de gás e petróleo. Seu público se restringe às indústrias e também atua junto ao ramo de transportes.

Toda a obtenção do petróleo e refinamento da matéria-prima do Campo de Manati é direcionada à Petrobras, que utiliza os produtos em refinarias para reabastecimento de termelétricas sob seu domínio.

O ponto forte da Enauta é a sua atuação conjunta com outras empresas, especialmente dos segmentos de energia e transporte. Esse foco em operações entre empresas, conhecido como B2B, confere um grau de segurança à atuação comercial e financeira da empresa, pois apenas grandes movimentações financeiras e comerciais são realizadas.

A Enauta segue investindo em tecnologia para otimizar o seu ramo de atuação, tendo em vista as questões ambientais inerentes ao ramo. O empreendimento é conhecido por suas práticas cautelosas apesar de sua postura expansionista, o que é extremamente positivo para uma empresa em tal segmento de atuação. Espera-se que a Enauta continue a ser uma referência do setor de petróleo e gás nos próximos anos.

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